
Com uma coisinha destas na língua podia até ser que em vez de tanto falar (e ter sempre razão) se limitasse a andar com a língua de fora com o piercing para trás e para diante. Isso é que era uma coisa bem feita.
[e um sossego para os meus ouvidos]
always learning from experience ou porque nem os congelados se mantêm inalterados. ou não.




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... encontra um meio. 


Vi no blogue do Bagaço amarelo ontem e resolvi prestar atenção ao meu caso: adormeço como a maioria e acordo na posição adoptada por menos pessoas.
Saber fazê-lo no momento certo é dificílimo. Mais corrente é percebermos, a posteriori, que deveríamos tê-lo feito antes. E se na maioria das vezes este passar do ponto óptimo é inconsequente, traz-nos conhecimento e pode até ter graça, casos existirão em que não é bem assim, e pagamos caro o esticar da corda.
Num outdoor de publicidade, um candidato às Europeias surge de braços cruzados. A mensagem que recebo vendo isto não é, creio, a que ele pretende passar. Ou é?
É vaidosa. Tanto que se torna excessivamente prestável e solícita sorrindo à sobrecarga desde que os outros a reconheçam como carregando o mundo às costas. A vaidade sedenta tem destas coisas, de se confundir com bondade...