Sábado foi de aguaceiros. O céu estava bonito com as nuvens rápidas, a maré alta, picada, as gaivotas num desassossego. Tinha-me prometido que sairia assim que a chuva parasse e assim o fiz. Fui até ao rio. A pé. Tinha na manga, continua cá, a volta de bike, o recomeço das pedaladas, o desejo pelo corpore sano já que a mens anda tão cheia e tão pouco sana por vezes. Limitei-me a passar por ela no parqueamento, onde espera pela revisão que a ponha fina. Passei por ela e segui para uma caminhada de uma hora em passo rápido antes de voltar ao trabalho. Aquele diagrama de Eisenhower levado a sério tem que se lhe diga... Regressei on schedule com os pés quentes, a cara gelada, cheia de energia para retomar o importante e urgente e com uma dor de ouvido que dura até agora. Soprava um vento frio, muito mais do que previ.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Ao bom estilo lusitano
Desta vez correu bem. Juntando termos bebido em fonte Bayesiana às saídas airosas dos apertões, só posso concluir que assim continuaremos!
Dia 14 vou adormecer a ouvir o mar.
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Pensamentos
Acorda!
O excesso de confiança paga-se caro.Quem me mandou pensar que seria fácil reservar uma dúzia de quartos e uma sala de reuniões para um sábado de Fevereiro num hotel que tem 243 quartos e 19 salas de reunião, com o objectivo de reunir a equipa, avaliar o andamento do projecto e espicaçar o pessoal a trabalhar mais e melhor?
Do outro lado da linha, diz-me a senhora, um tanto incrédula, Para dia 14? Já este 14? De Fevereiro? E eu, achando que ela não me tinha ouvido, sim, para 14 de Fevereiro. Retorna ela Pois... lamento, estamos esgotados, a data é especial... E eu, Sim, pois é..., a lembrar-me que no final do mês será enviado o relatório anual à FCT, que é tempo de fazer o balanço do ano passado e motivar a equipa. Ela, disfarçando mal a satisfação de ter casa cheia em tempo de crise, O nosso programa do Dia dos Namorados teve muita aceitação... E eu, aterrando, Ah... claro...
Ficou com o meu contacto, que ia fazer o possível por arranjar uma solução e já ligava de volta. Fico a torcer para que consiga alguma coisa, nem que seja com caminhas extra. É que já que tomei conhecimento da efeméride, quando me perguntarem que tal foi o fim-de-semana, poderei dizer
Hotel à beira mar!
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Lições
Go, go, go!
Vi o céu a alaranjar-se entre as nuvens sobre o Mar da Palha, numa promessa tímida de um dia mais soalheiro.Gosto das segundas-feiras de manhã cedo.
Agenda, here I go!
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Alegrias
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O meu Queijo
Não lhe mexeram, rançou. Acabei de dar com a frase: "Quanto Mais Rápido Você se Esquece Do Velho Queijo Mais Rápido Pode Saborear um Novo".
Vou até ao Clube do Gourmet e volto já, sim?
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Pensamentos,
Promessas
sábado, 31 de janeiro de 2009
Low tide
A maré baixa das pessoas é como a dos rios - revela como são no fundo. Foi o que senti esta manhã enquanto caminhava ao pé do rio. O leito do rio, deste pelo menos, não é bonito. Tem lodo, pedras e restos de naufrágios de toda a espécie.
Mas é na maré baixa que se percebe porque é que veleiros belíssimos, conseguem navegar neste pequeno braço de rio- é na maré baixa que se revelam os canais que acolhem as quilhas que lhes permitem a navegação.
É também na maré baixa que o rio se enche de outra vida - a das aves. As garças cinzentas e os flamingos juntaram-se às residentes gaivotas e garças comuns. Alimentam-se da vida que existe no leito do rio.
No entanto, é a maré cheia que encanta. A do rio, e a nossa.
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Pensamentos
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Semear
Gosto de terra. Muito, mesmo. De semear, cuidar e, claro, colher. Quem já cuidou de um vaso de salsa, que seja, sabe do que falo.O amor que tenho pela fertilidade da terra é o mesmo que tenho pelo cultivo dos outros em mim e que desejo exista de mim nos outros.
Mas preciso que o ciclo se cumpra sob pena de não voltar a semear ali. Tenho dificuldade em perdoar. Senti-o claramente quando hoje passei por um expositor de sementes e não as olhei duas vezes, sequer.
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Tristezas
Golden brown
The Stranglers hoje na Aula Magna. Mais uma vez estas notícias chegam-me em cima da hora, para não dizer tarde demais, mesmo. Não vai dar para ir.
Mas recordar Golden Brown e Always the Sun tornou o exercício do pára-arranca desta manhã carrancuda de sexta-feira menos desagradável. Dei por mim a sorrir às pessoas e houve quem retibuísse. Talvez porque tivessem acabado de ouvir a mesma notícia e recordassem, como eu, o golden brown da pele no final dos verões da década de 80 ou porque, simplesmente, um sorriso é sempre algo bom. Mesmo quando vindo de uma estranha.
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Alegrias
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Pinch me
Confesso que achava que não ia sair fumo branco mas aconteceu - licença sabática para 2009/10! Não caibo em mim de contente. A minha primeira, primeirinha sabática!
A lista dos queros para este ano acabou de sofrer um incremento : quero que os meus alunos de mestrado acabem as teses até Junho.
A partir de Setembro (em Agosto vou deixar que o sol trabalhe sobre a pró-vitamina D que eu tiver ingerido) e até que chegue Setembro outra vez vou estudar em vez de ensinar, fazer investigação em vez de orientar. Pinch me, please, as it sounds too good to be true.
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Promessas
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Um doze avos
Fiz, pois fiz, uma lista de queros para fazer valer no ano novo. Este ano. Esta manhã revi-a mentalmente, a ver em que pé andava a coisa uma vez que um doze avos dele já lá vai.
Um dos itens da lista é Cuidar melhor da saúde, que para mim é quase sinónimo de actividade física, ou seja, andar a pé ou de bicicleta. Não fossem uns passeios ao pé do rio e o elevador por vezes trocado pelas escadas , estaria à beira de assinalar Janeiro a vermelho no que respeita à matéria.
Fevereiro vai começar com a revisão à bike. Seguir-se-á a abertura da temporada, assim que a chuva der tréguas!
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Promessas
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
O amor é cego (q.b.)

Confesso que estava à espera de ver o "Sozinho em Casa" pela quinquagésima nona vez quando me sai (ou melhor, entra sala adentro) o Jack Black pela segunda vez em dois dias. É verdade, duas vezes em dois dias, já que ele era o outro, o que faltou mencionar, o quarto do elenco do filme de ontem. Não o mencionei porque, tal como o personagem que o dito encarnou no filme de hoje, às vezes julgo as pessoas pela aparência e ele, admito, não me agrada. Mesmo nada.
Sendo o Natal tempo de amor, deu-lhes (à TVI) para isto, para nos convencerem que, um, o amor não tira férias e, dois, que para se ter beleza interior é preciso ser-se um camafeu (leia-se que o amor é cego). Poupem-nos.
A cegueira do amor não é, a meu (não) ver, a dos olhos. É a cegueira do cérebro ou, para os mais românticos, a do coração. É a cegueira de que sofreu Iris, a mesma de que todos nós, uma vez ou outra, ou mesmo sempre, sofremos.
E amar de olhos sempre abertos será melhor? Reformulando a pergunta, será possível? É que há tanta coisa a que é melhor (para não dizer a que é preciso) fechar os olhos...
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