segunda-feira, 20 de abril de 2009

Outra no cravo


Não é teimosia, é persistência. E não podia ir dormir sem resolver a questão, não iria adiantar e amanhã iria acordar transparentezinha como esse gato aí e sem o sorriso.
Nada como fazer as coisas como têm de ser, mais, QUANDO têm de ser. Em suma, 

os cálculos que me arruinaram o domingo estava CERTOS 
o livro, o tal que me tem servido de bíblia, tem um erro numa fórmula.

Já chegou ter centrado o desabafo. Como diz a Sra. D. Maria Alice, um engano qualquer pessoa o tem e vocês, Hand, Manilla e Padhraic são apenas humanos e estão perdoados.
Aprenda eu com esta, por me ter saído do pêlo o esforço, a trabalhar com bibliografia mais diversificada, ou seja, a carregar mais da biblioteca cá para casa. Isso e a ser mais esclarecidazinha.

Agora sim, vou o-o.  De sorriso laaaaargo!

domingo, 19 de abril de 2009

Agora no cravo

Fiquei tal qual esse aí de cima quando juntei os capítulos. 

Furados

Se não foi assim, foi parecido.
É no que dá pôr a fasquia lá em cima...

doMIMgo


Está um dia destes. 
Ainda cheira a café fresco e, quase em surdina, no ipod, a minha música preferida.
O "mil folhas" espera-me. 
Depois, passeio junto ao rio.

sábado, 18 de abril de 2009

Back together


Acabaram as viagens, a miudagem está de volta a casa. E de repente três parece-me mais perfeito que nunca.
Crescem muito mais depressa do que podemos alguma vez supor...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Sorri

Porque é tempo de pausa, porque foi tão oportuno que ela me tivesse cantado no meu regresso a casa, porque a pretexto de tirar uma pestana do olho dei com o meu sorriso no retrovisor do carro e me apaixonei por ele duma paixão que não quero breve.
Porque a vida é tão rara...
Smile.

Voltar

Em pára-arranca desde Campolide, há quem desespere antes de deixar a cidade para trás. Importo-me pouco com isso e entretenho-me a ver os rostos, quase todos tensos, dos outros condutores. Como o meu, às tantas... Mal dou pelo caminho enquanto não chego ao tabuleiro da ponte.

É ver o rio e o sol a descer no mar que quero. Ver chegar a noite, de que só gosto desde que me mudei para esta casa no alto da colina. Aqui, de onde passei a ver o rio e as luzes de Lisboa. Onde desfiei madrugadas de lua gorda fazendo as águas da baía brilhar como prata, até que no céu ficavam só ela e Vénus, e depois se iam, juntas, com a chegada do sol. E Lisboa ao longe, sobre as águas.
É por saber que é esta a visão que me aguarda, que me tranquiliza ver o sol descer no mar. Por isto e por saber que nasce para outros e lhes leva luz e calor. Como fez comigo hoje e voltará a fazer amanhã. Há certeza mais apaziguadora do que esta?
Foto: A paz, tal como se vê daqui.

Incongruência


Porque se dizem em branco as negras noites de insónia?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Kissing a fool

O Tejo contribui para a minha felicidade. E é quando o cruzo, por vezes noite alta, que me apaixono, breve e assolapadamente, e hoje não foi diferente. Foi enquanto te ouvia.


E se me perguntassem, responderia como tu, Michael, acho que até sem pensar tanto. Mas só enquanto cruzava o Tejo com Lisboa iluminada elevando-se das águas. A visão da beleza faz-me coisas destas, apaixonar-me breve e assolapadamente...
Depois passa-me. Who wants to kiss a fool?

Mel


"Bom dia mamã linda! Estou agora a ir para a cosmocaixa, e depois à tarde vamos para o planetário. Amanhã vamos ao Museu do Prado! Prometo aproveitar ao máximo o museu! Amo-te muito muito mamã! Bjs."


É tão bom começar o dia com mel...

quarta-feira, 15 de abril de 2009

390 miles away


Sei que é friorenta mas, mesmo asim, desdramatizei, não atafulhes o trolley de roupa, vais ter de andar com isso atrás.

Agora estão sete graus em Madrid e há-de ter as mãos geladas... As mãos pequeninas de que gosto tanto e que não param quietas enquanto fala. E eu não saberei se hei-de segui-las ou aos olhos, ou perder-me no sorriso rasgado que terá quando me contar as peripécias da viagem. O sms de hoje dizia "Mamã está tudo bem comigo! Estou a ir agora para o museu rainha sofia!" e despediu-se com beijos para mim e para a coelha.

Amanhã vai ao Museu do Prado, onde há tanto que eu gostaria que ela visse e sentisse. De manhã mando-lhe um sms a aguçar-lhe a curiosidade. É que quero, quando me falar falar da visita, seguir-lhe os olhos... e as mãos, pois claro!

Feira

É vaidosa. Tanto que se torna excessivamente prestável e solícita sorrindo à sobrecarga desde que os outros a reconheçam como carregando o mundo às costas. A vaidade sedenta tem destas coisas, de se confundir com bondade...

E a mim nada disto teria incomodado, não fosse ter colidido com a minha própria vaidade. Resta-me alegrar-me por me ter contido deixando-me ficar calada. A astúcia não permite a língua demasiado solta e eu ambiciono a primeira... Preferi não abrir a boca por causa da tal coisa, de por lá morrer o peixe. É que eu, talvez mais vaidosa ainda, quero a vaidade de já não ter vaidades mas apenas rir-me delas.
Talvez um dia melhore a sério. Para já, apetece-me apenas refinar-me...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Conversa amena... com as raparigas


"Conversa amena com os rapazes", de Sebastião da Gama, foi o primeiro texto que li do meu livro da quarta classe. O que dele me ficou, bem vincado, foi "O que eu quero principalmente é que vivam felizes".
E é precisamente isso que mais quero, é isso mesmo que digo e repito às minhas filhas - que quero e que recomendo que seja o que mais queiram: ser felizes.
Felizes duma felicidade activa, esclarecida, pensante e crítica, construída com base na lealdade. Lealdade para com os seus valores, para consigo mesmas e para com os outros.
Valores que se resumem em três erres a juntar aos da educação ecológica que manda reduzir, reutilizar e reciclar. Estes são de
Respeito por ti mesmo
Respeito pelos outros
Responsabilidade pelos teus actos

A foto é de dias felizes. Muito felizes. Como também os há agora e como muitos que ainda virão.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Calcanhares

Sempre que rodo sobre eles são 180º. Meias voltas a que, depois, vou somando múltiplos de 360º, revisitando de relance o que ficou para trás.
Não me serve. Deveria ser 180º. Ou nada. 180º+k360º é que não. Definitivamente.
k inteiro, claro!

Ultima ratio rerum


Ele disse a verdade quando afirmou que o magalhães era quanto bastava para que o executivo trabalhasse. Pois... e esqueceu-se de avisar que quem trabalhasse com uma máquina com uma plataforma mais recente (leia-se Vista - que percebo eu disto?) teria problemas quando chegasse a hora de entregar via internet a sua declaração de rendimentos.

Pois foi o que me aconteceu. Depois de uma manhã às turras com downloads e instalações, actualizações do Java e mais o raio que o parta com restarts pelo meio, rendi-me e corri para o meu velho toshiba apetrechado com o XP, agora propriedade da miúda mais nova, que é demasiado crescida para o magalhães e ainda piki para me convencer a comprar-lhe uma máquina melhor.

Mil maravilhas, foi uma espécie de os-impostos-contados-às-crianças. Foi num ápice e amiguinhos, até para o ano, em Abril, para declarar a riqueza cavada neste 2009!

Até lá, pelo sim pelo não, toshiba, querido, tu e o teu XP quedam-se na família!