sábado, 28 de novembro de 2009

Anecúmena, eu

... vá-se lá saber porquê.

Ou até sei, mas é cá comigo.
Há dias que se escrevem com n. N de negro, de não, de neura!

10 comentários:

Mutante disse...

Valem os amigos, que nos socorrem ao primeiro guincho. ;o)

Anónimo disse...

Mesmo nas Anecúmenas existem oásis, onde a vida é esplendorosa... Um local aprazível e habitável por excelência... um lugar que é simultaneamente um abrigo e um local onde se deseja estar e que surge, por vezes, quando mais se deseja, quando é mais necessário

edu disse...

As anecúmenas caracterizam-se por serem lugares situados a grandes altitudes e latitudes. Locais permanentemente agrestes à condição humana. Ora é tudo isto que faz falta para que se escangalhe a monotonia: elevação e ausência de rotinas. Digo eu, que sou Geógrafo...

Alexandra Brandão disse...

É. 'bora lá pedalar as duas. :X

Mutante disse...

Bem preciso. Talvez a exaustão física me fizesse bem. Farta de escrever projectos, farta da burocracia, farta da pobreza de meios e de visão deste nosso sistema. Farta, farta, farta!

Mutante disse...

Acrescento as minhas desculpas aos geógrafos (que sendo dois estão em franca maioria) por não bater bem a foto com o título do post. Mais logo tratarei disso, substituindo a foto do deserto por uma de moi mêmme.

Mutante disse...

Done! Local permanentemente agreste à condição humana devidamente ilustrado. E quem tiver dúvidas que se chegue cá mas não se queixe depois.

Alexandra Brandão disse...

Até com a neura és linda. Beijinho e vê se vens pedalar.

edu disse...

... e eu que sonhava um dia fartar-me de fazer tudo isso de que te queixas: "escrever projectos, derrubar burocracias, contornar a pobreza de meios e de visão deste nosso sistema"...

Mutante disse...

Acredita que satura e que nada tem de emocionante. Tal como nada tem a ver com o prazer da descoberta nem com a dedicação à ciência. É simplesmente uma questão de pobreza. De sermos muitos (?) a regatear por pouco pão. Conheces o ditado Casa onde não há pão...?