domingo, 18 de outubro de 2009

O melhor do mundo


Já tiveste uma criança a dormir nos teus braços?
Sim? És um privilegiado, então.
Se já tiveste uma criança a dormir nos teus braços e percebeste que mais do que aquilo que lhe poderás comprar, do que ela necessita é do aconchego do teu colo, da segurança dos teus braços e da doçura do teu olhar, então, mais do que privilegiado, és abençoado.
Pobres e tristes os que se fecham no seu pequeno círculo, que se afastam por não saberem dar, que negam o peito com medo de perder.

E a criança que existe em ti, que é feito dela, que colo tem tido?
Quando foi a última vez que essa criança adormeceu, serena, nos braços de alguém?

Há dias em que me sinto grata por não deitar fora coisas que escrevi há muito tempo. Há recordações realmente doces, como o registo de ter uma criança correndo para os nossos braços. A foto é de 2001. As crianças continuam nos braços. Sempre.

9 comentários:

Alexandra Brandão disse...

Tenho saudades de abraçar a minha mana-criança...
Bom dia, beijinho...

Mutante disse...

Daqui por uns dias... :o)
Beijinho

Alexandra Brandão disse...

Isso que estou a ver aí à margem é por acaso a roda de uma bicicleta?
Ah, e a propósito: lindas pernas ;)

Mutante disse...

Sim, tudo isso (belas pernas incluído ;o) ).
Só falta, mesmo, saberes quem é a criança. Adivinha lá!

Alexandra Brandão disse...

Mmmm, difícil... Porque felizmente a nós não nos têm faltado crianças! 2001?... deixa cá ver: o teu afilhado? ou... eu? :P Nunca se sabe, às vezes calha.
Seja como for, lembro-me bem das excelentes tardes que passámos nesse quintal. Recordações doces e que por isso vale a pena guardar para sempre.

Mutante disse...

Ele mesmo! E tu também, por fazeres parte dele. :o)

Alexandra Brandão disse...

<3

pauloel disse...

Olá

Foi sem querer que vim "aqui" parar, e foi dificil sair...

Gostei bastante do que li.

Parabens pelo blog
Felicidades

:)
pauloel

Mutante disse...

Obrigada e ... volte sempre!

São coisas simples de quem quer mudar para melhor, ser feliz e contribuir na medida do que puder para a felicidade dos outros.