quarta-feira, 3 de junho de 2009

O melhor do mundo


Gente feliz tem lágrimas.
Ouvi uma história de amor enquanto rodava nas mãos um copo com o Syrah da Casa Ermelinda Freitas, o tal premiado em prova cega que fez dele o melhor do mundo. Caíram-me as lágrimas. Não sei se pela felicidade daquela história, se pela ausência da minha. Na dúvida, atribuí-a ao tinto que é, de facto, de ir às lágrimas.

Às vezes tenho de ser assim, bruta. Ou não produziria lágrimas à velocidade que consigo gastá-las quando me contam histórias de amor.

2 comentários:

Alexandra Brandão disse...

E por que não contares essa história também? Se puderes... Fico à espera.

Mutante disse...

Mesmo que não venha a contá-la, inspirar-me-á para outra que contarei e que poderá bem ser a minha. A deles não, sob pena de me vedarem o acesso à adega, o que seria um rude golpe para mim. É que se bebe tão bem naquela casa...